Suspeito de vender canetas emagrecedoras ilegais e aplicar o produto em clientes é preso no DF
Além das canetas emagrecedoras, foram apreendidos anabolizantes e fármacos comésticos Foto: Divulgação PCDF A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu em...
Além das canetas emagrecedoras, foram apreendidos anabolizantes e fármacos comésticos Foto: Divulgação PCDF A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu em flagrante um homem suspeito de vender canetas emagrecedoras ilegais, trazidas do Paraguai e não autorizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A operação foi deflagrada nesta terça-feira (15) e chamada de "Bula Negra". Com o suspeito, foram encontradas grandes quantidades de canetas emagrecedoras à base de tirzepatida e retatrutida. Havia, ainda, lotes de cosméticos suspeitos e diversos tipos de produtos anabolizantes. Os mandados eram de busca e apreensão mas, ao chegar no endereço na Candangolândia, a Polícia Civil decidiu pela prisão em flagrante de um dos dois suspeitos. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 no WhatsApp. Janeiro: Fantástico mostrou comércio de canetas emagrecedoras ilegais no Paraguai Segundo as investigações, os produtos eram adquiridos no Paraguai e depois armazenados em uma casa na Candangolândia sem as condições sanitárias de conservação e armazenamento adequadas – o que gerava ainda um risco adicional à saúde dos consumidores. A comercialização dos produtos era feita pela internet, enviados por serviço de entrega (delivery). Os produtos eram oferecidos sem exigência de prescrição médica, sendo apresentado um "protocolo alternativo" para a prescrição exigida. Além da modalidade delivery, a investigação apontou que os medicamentos também era aplicados no local irregularmente. Foto: Divulgação PCDF A utilização desse protocolo para contornar as exigências relacionadas à prescrição médica deu origem ao nome da operação, "Bula Negra". O termo faz referência à comercialização clandestina de medicamentos e à tentativa de substituir a orientação e a prescrição médica por protocolos elaborados à margem das exigências sanitárias. Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.